Pode ser que tudo seja meio assim, mas no momento, só consigo pensar nessa situação.
Sem grandes dramas, a colega foi eliminada. Eu até que tentei dar umas cotucadas, mas acabei expondo a minha falta de segurança sem querer. Tudo bem, nem ligo e agora acabou, graças ao bom Deus que ilumina nossas manhãs sancarlenses [adoro essa palavra! é tão espanhola!]
Vamos então procurar mais um ser para habitar nossa velha-nova república. Nova porque agora está mais leve e com o sofá em outra posição. Gosto desse negócio de analista do comportamento, que muda os móveis da casa para diminuir os estímulos eliciadores... E olha que nem fui eu que dei a idéia. É, a Eva já pode tirar seu diploma de proficiência em psicologia.
Só que aquela não é uma tarefa tão simples. A coisinha até se ofereceu para procurar uma nova habitante. A-HA que alguma pequepense de fibra ia deixar isso acontecer, vai que aparece um ser insustentável. Raios, tô boa da bondade da colega. Não é dificil achar alguém, pois agora chovem pessoas procurando lugar pra morar [ainda mais em um ap legal e relativamente barato]. O lance é achar o alguém. A Pat foi a melhor descoberta ever, Deus não podia ter sido mais legal com esses seres tão pecadores e faladores da hanseníase alheia. Agora nós temos uma espingarda com só uma bala de paintball. Depois de dois anos de drama com o quarto ao lado, será que acertamos?
hope so...
Roleta Russa
Estratégia de Jogo
Já que meu trabalho foi impedido pela reforma no prédio da computação (o servidor do sistema fica lá e os caras, maravilhosilindamente, cortaram a energia), venho postar coisas que pensei ontem, enquanto jogavámos sinuca.
Relembramos algumas coisas que aconteceram na rep; nada maldoso, hanseníaco, ou do tipo insustentável, afinal, a gente tem que variar os assuntos de vez em quando. Conversamos sobre como é divertido morar na Puta que Pariu e como em pouco tempo [tá, 1 ou 2 anos] nos tornamos próximas. Mais que isso, amigas. A Pat parou de pensar no Beltrano, a Eva me acordou no meio da noite pra chorar pelo Ciclano, eu e meu ranho no colo da Caju [eeca!], os barulhos esquisitos do quarto à diagonal, o sofá e a Lâmpada. Fora o Querido Diário e os pontos imaginários que a gente acumula.
Acho que amizade é uma coisa incrível. Eu nunca tinha visto essas pessoas em minha vida; hoje não consigo me imaginar sem elas.
[Será que essa minha estratégia melodramática funcionará? Hoje tem paredãããão, minha gente!]
Que rufem os tambores...
Amanhã é dia de paredão e há tensão na casa. Já chegou o disco voador; o negócio é saber quando ele vai embora.
hahahaha. Que maléfica.
Sei que vou ficar bem pesada daqui há uns minutinhos, acho melhor voltar pra casa caminhando, aproveitando o visual florido da Federal, do anoitcer de São Carlos.
Quero saber quem vai quebrar pau primeiro. Pior, quero saber quem vai sair mais ferido; espero que não seja eu.
AH, a insustentável "leveza" do ser...
[Post totalmente dedicado à Puta que Pariu, minha rep amada que sofrerá regeneração]